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segunda-feira, 29 de abril de 2013

comentário da semana literária.



  Na semana literária, é sempre muito divertido. Sempre tem pessoas que atrapalham o esforço da turma, mas no final não dá pra me zangar, pois os belos livros da feira e as belas apresentações compensam a irresponsabilidade.

Nesta ótima   semana participei de:


1- Abertura semana literária: Os homenageados de Frankfurt ;

2-  Contação de histórias- Beatriz Myrra ;

3- Entrevista com o ator Leônidas Braga

4- Oficinas: cinemação

5- Casos da Meia Noite

6- Teatro: Via Sacra pelo Sertão

7- Intervenções em sala Girl From Ipanema

8- Desfiles - Músicas de Vinícius de Moraes

9- Teatro: Homenagem a Vinícius de Moraes
Meu azulejo, poesia O Relógio.

10- Intervenções na sala de aula - Mensageiros de Vinícius

Também fiz:

  • Exposição:  Arte e Poesia 


  • Exposição: Monstrs Inc scrapbook 


  • Exposição: azulejos musicais


domingo, 28 de abril de 2013

Narrativa de aventura

A batalha final

Cerca de 500 anos antes de Cristo, na América do Norte, vivia uma tribo indígena muito grande chamada Tutskite. Ela ocupava metade do território da América e seu líder era um homem generoso e justo.

Na outra metade da América do Norte viviam muitas tribos e um reino. Todos ficavam lutando por pelo menos metade do terreno da maior tribo. Recentemente esta tribo estava em guerra com o reino que tinha o menor território de todos. Esse reino chamava Birds. O rei de Birds, era um homem  egoista que não queria só metade, mas todo o terreno Tutskite.

O povo da maior tribo,era tão grande, forte e poderoso, que nenhum tribo conseguia destrui-los.SE não fosse o tamanho da população,Artur, o líder desta tribo, cederia uma parte de seu terreno para os mais necessitados da América do Norte.
                                                                                                                      pintura  de Cleber
Cleber, o rei dos Birds, estava se preparando para uma última batalha, para conquistar seu objetivo. Antes Cleber achou uma pintura dele e de seu irmão.Ele ficou triste, pois não conheceu seu irmão direito.Foi separado dele aos dois anos. Sua mãe nunca havia falado nada sobre ele até sua morte. Acordou de seus pensamentos, colocou a pintura e arma     no bolso da armadura e foi guerrear. 

Artur estava meditando quando ouviu um estrondo e saiu correndo com a arma na mão.Alertou  seu povo. A Batalha final havia começado!!!

Após horas lutando, Cleber deixou cair do seu bolso sua amada e adorada pintura.Artur levou um susto! Correu para dentro de sua  "oca" e pegou uma pintura idêntica. Os dois se abraçam. Cleber  encontrou seu irmão!!!

Depois da alegria, Artur cedeu com custo, um quarto de seu terreno a Cleber.


Fim



LUIS CÂMARA CASCUDO



Luís da Câmara Cascudo nasceu em Natal, numa Sexta-feira, dia de São Sabino, a 30 de dezembro de 1898, às 17:30 horas. Seus pais eram Francisco Justino de Oliveira Cascudo e Ana Maria da Câmara Cascudo.

Na sua juventude, teve vida de príncipe, morando numa Chácara no Tirol, chamada Vila Cascudo, centro permanente de reuniões literárias, jantares festivos, recitais de músicos famosos que andavam pela cidade.

Estudou no Atheneu Norte Riograndense, cursou Medicina na Bahia e Rio de Janeiro, fazendo até o quarto ano. Desistiu de ser médico, por falta de vocação, e foi estudar Direito no Recife, onde se formou em 1928.
Apaixonou-se por uma menina de 16 anos, com delicadeza e nome de flor, Dáhlia Freire. Casaram-se em 21 de abril de 1929 e tiveram dois filhos: Fernando Luís e Anna Maria.
Iniciou-se como jornalista em outubro de 1918, no jornal "A Imprensa", de propriedade de seu pai. Colaborou em todos os jornais de Natal e em vários do país, mantendo seções diárias inesquecíveis, como "Bric-a-Brac", naquele jornal, e "Acta Diurna", em "A República" e no "Diário de Natal". Esta última foi mantida quase diariamente de 1939 a 1952 e de 1959 a 1960,no total de 1.848 artigos. Essas seções foram a origem de quase todos os seus livros, estimulando a sua obra de historiador, folclorista, antropólogo, etnógrafo, sociólogo, ensaísta, tradutor-comentador, memorialista e cronista, com fama internacional.
Estreou como escritor lançando o seu primeiro trabalho VERSOS REUNIDOS, em 1920. No ano seguinte, 1921, publicou o primeiro livro inteiramente seu, ALMA PATRÍCIA. Sua consagração como escritor, entretanto, ocorreu a partir de 1938-39 e, sobretudo, ao longo da década de 40
Escreveu sobre os mais variados assuntos, sendo evidente a sua especialização na etnografia e no folclore e a sua predileção pela história, pela geografia e pela biografia. Entre os seus mais de 200 livros. O Dicionário do Folclore Brasileiro, que teve a sua primeira edição em 1954, foi a primeira compilação acadêmica de temas ligados ao Folclore, que não tinha, na época, "status" de ciência.
Realizou várias viagens de estudo e pesquisa pelo Brasil e exterior. Em 1947-1948 foi a Portugal organizar e
 participar do 1 Congresso Luso-Brasileiro de Folclore, onde foi saudado pela imprensa local como "uma das mais altas expressões mundiais no domínio do folclore e etnografia". Em 1963 viajou à África com um objetivo especial:
estudar a alimentação popular, na colheita de elementos para a sua grande obra História da Alimentação no Brasil.
Cascudo "encantou-se", como ele se referia à morte, no dia 30 de julho de 1986, em Natal, cidade de onde
nunca quis "arredar o pé", por se considerar um "provinciano incurável".
A nós cabe, hoje, a imensa responsabilidade de valorizar e divulgar o inesgotável legado cultural que ele nos deixou. Sua casa, localizada na Avenida Câmara Cascudo, 377, Cidade Alta, Natal/RN, abriga hoje o Ludovicus – Instituto Câmara Cascudo.













Biografia de Wagner Costa.

 Wagner Costa



Nasceu em São Paulo em 1968.

Estudou Arquitetura e Urbanismo e é graduado em Comunicação Social pela ESPM. Tem mais de cem livros ilustrados. Participou de diversas exposições e catálogos na Alemanha, Argentina, Brasil, China, Colômbia, Coreia, Esvoláquia, Itália, Japão, México, Uruguai e Vietnã. Pela Global Editora tem seis livros lançados como autor-ilustrador: Jóty, o tamanduá , A palavra do grande chefe, Quem não gosta de fruta é xarope, Zum Zum Zum, Balaio de Gato e Mundo Cão. Em 2005, após uma temporada de estudos, pesquisa e projetos na França, retornou ao Brasil.


É membro do conselho diretor da SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil) e filiado à AEI-LIJ (Associação dos Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil). É também coordenador editorial da Coleção Muiraquitãs, da Global Editora.

É um grande ilustrador, escritor e designer gráfico.


sábado, 27 de abril de 2013

Victor Hugo.




Victor Hugo nasceu em 26 de fevereiro de 1808 , em Besançon, França.É filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet.
O amor de sua mãe pelos livros, inspirou o mesmo amor em Victor. Assim, desde a adolescência decidiu
torna-se escritor.

Funda com os seus irmãos em 1819 uma revista, o Conservateur littéraire (Conservador literário), que já chama a atenção para o seu talento. No mesmo ano, ganha o concurso da Académie des Jeux Floraux.

O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes, é publicado em 1822: tem então vinte e sete anos.No mesmo ano, casou-se com Adèle Foucher. Na noite de seu casamento, seu irmão enlouqueceu, pois também amava Adèle.

Tem, até uma idade avançada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas.
Victor assinou um contrato, para escrever um romance histórico tendo como palco a Catedral de Notre-Dame. Caso não cumprisse o prazo, teria que pagar 1000 francos por semana de atraso. Por esse motivo não saiu mais de casa pelos próximos 6 meses. Depois a França consagrou ''O corcunda de Notre- Dame.
Sua amizade com Saint- Beuve terminou de modo infeliz. Adèle se separou dele para viver com o amigo.
Em 1842, sua filha Leopoldine, morre afogada.Mais tarde em 1872,sua outra filha Adèle, é internada por ter enlouquecido após uma malsucedida história de amor.
Seu interesse pelo povo humilde acabou em inspirar no seu maior livro : Os miseráveis.
Sua saúde piorou depois da morte de Juliette.
Victor Hugo morre em 22 de maio 1885 por uma congestão pulmonar aos 83 anos.
De acordo com seu último desejo, seu corpo é depositado em um caixão humilde que é enterrado no Panthéon.
Tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo, estima-se que 1 milhão de pessoas vieram lhe prestar uma última homenagem. Quando morreu as prostitutas de Paris ficaram de luto.




Carlos Drummond de Andrade





Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. Estudou na cidade de Belo Horizonte e no Rio de Janeiro com jesuítas, no Colégio Anchieta de Nova Friburgo, de onde foi expulso por "insubordinação mental". Novamente em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas.

Diante da insistência familiar para que tivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar de não durar muito, foi importante na afirmação do modernismo em minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.

Os primeiros livros de Drummond foram: Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934).

Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente rasgado em pedaços por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo(1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.

Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.

Traduziu os seguintes autores estrangeiros: Balzac, Choderlos de Laclos, Marcel Proust, García Lorca, François Mauriac e Molière.

Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.

Ainda admiramos o autor, tanto pelas suas obras quanto pelo seu comportamento como escritor.


    

segunda-feira, 22 de abril de 2013

texto substantivo(Circuito fechado)

Terça-feira

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E tudo de novo!!!


Número aproximado de substantivos:   246